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sábado, 21 de novembro de 2009

Contagem decrescente.



E começou, o tic-tac do relógio, o inicio da semana, é altura de riscar nas agendas os dias... 21, 22, 23... e sempre em frente! Desejamos todos saltar uma semana, de repente ser Sábado 28. O fim-de-semana do workshop que todos os anos traz caras novas para aquele bar, pessoas novas ao nosso grupo, sorrisos novos às nossas caras, amigos novos que ficam, histórias novas para contarmos, momentos! E depois, no fim do workshop, Domingo 29, 21h, "no sítio do costume", ler o que o mestre escreveu mas que com certeza guarda partes de nós todos, porque foi escrito para o nosso grupo...

Eu, pessoalmente, já comecei a contagem decrescente... para ler o que vai ser o meu quarto espectáculo no Artec! E depois, marcar na agenda os nossos encontros... para construirmos tudo mais uma vez! Mas nada do zero, porque nós já vamos com algo de avanço: o nosso espírito, a nossa união!

E domingo lá estarei (ou sábado, se nos for permitido assistir!) para mais um abraço como o da ultima reunião, para gritar um MEEEEEERDAAA a este novo ano do Artec... no sitio costume! 






Amadeu.

quarta-feira, 17 de junho de 2009

Inspiração...


E olho sempre de alto
Prás tristezas que Lisboa tem
Sou o Bairro Alto,
Pronto a dar o salto
Para um tempo novo que aí vem
Todo o bom filho sai
Conforme os pais que tem
O Fado é meu pai
Lisboa, minha mãe
E eles cantando
Vão-me preparando
Para um tempo novo que aí vem


Nem quando foi dos terramotos do Marquês
Nem com as maldades que o Fado sempre lhe fez
Do Bairro Alto, cá no alto, eu vi Lisboa a chorar
Deu sempre a volta, pôs-me à solta e ensinou-me a cantar


O tempo corre, mas a vida continua
Lisboa morre por sair comigo à rua
Fez uma marcha ao meu jeito
Vestiu-me a preceito
E cá vou eu a desfilar


Sou o Bairro Alto
E olho sempre de alto
Prás tristezas que Lisboa tem
Porque ela cantando
Me foi preparando
Para o tempo novo que aí vem
O Fado é meu pai
Lisboa, minha mãe
E um bom filho sai
Conforme os pais que tem


Sou o Bairro Alto
Pronto a dar o salto
Para um tempo novo que aí vem
Ou quando viu o Parque Mayer apagado
Do Bairro Alto, cá no alto, eu vi Lisboa a chorar
Do que era pranto, fez um canto e ensinou-me a cantar


O tempo corre, é a marcha desta vida
Lisboa morre por ver a sua Avenida
Cheia de gente tão diferente
A ver-me tão contente
Por ela abaixo a desfilar


Sou o Bairro Alto
E olho sempre de alto
Prás tristezas que Lisboa tem
Porque ela cantando
Me foi preparando
Para um tempo novo que aí vem
O Fado é meu pai
Lisboa, minha mãe
E um bom filho sai
Conforme os pais que tem
Sou o Bairro Alto
Pronto a dar o salto
Para um tempo novo que aí vem


Marcha do Bairro Alto 1995
José Mário Branco
Intérprete: Camané
E diz que o nosso Marco já está em produção criativa!
Catarina